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quinta-feira, 30 de março de 2017

Deputados Flaviano Melo e Rocha são investigados no Supremo Tribunal Federal

Um levantamento do site Congresso em Foco divulgado hoje (29) revela que pelo menos dois deputados federais da bancada do Acre possuem “pendências” no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles respondem a processos que vão desde acusação de peculato até crimes contra autoridade ou disciplina militar, motim e revolta.

Segundo o site especializado em política, responsável pelo levantamento, 157 dos 513 deputados do Brasil devem explicações não só ao eleitor, mas também à principal corte do país, responsável pelo julgamento de processos contra parlamentares federais e outras autoridades. Em todos os estados há congressistas com pendências no Supremo Tribunal Federal.

A seleta lista local é encabeçada por Flaviano Melo (PMDB) que responde pela Ação Penal 435 Peculato, crimes contra o sistema financeiro Celso de Mello.

“O inquérito foi movido contra secretários de meu governo à época (1986/1990). Não fui arrolado no citado inquérito e nunca fui sequer ouvido no mesmo, sendo certo que o processo já chegou ao seu final. Posteriormente, por razões políticas, posto ser ano eleitoral, houve uma denúncia contra mim pelos mesmos fatos, que está sendo apurada pelo Supremo Tribunal Federal, que, certamente, dará pela improcedência de dita denúncia, por sua total impertinência, por razões de inteira Justiça”, esclareceu Flaviano.

O tucano Wherles Rocha também foi citado no levantamento do Congresso em Foco pela Ação Penal 954 de Crimes contra autoridade ou disciplina militar, motim e revolta. O parlamentar se manifestou sobre o assunto e afirmou que não cometeu crime militar ao defender os direitos dos policiais militares do Acre.

“Minha base foi a PM e ela fez um movimento de paralisação e não tinha como eu não participar. Se hoje tiver outra manifestação irei participar também. Tenho duras críticas à forma que o processo foi construído no Acre. Éramos 13 acusados de motim, mas só eu fui processado, todos os outros 12 foram absolvidos pela Auditoria Militar. O processo foi conduzido de forma tendenciosa pelo Ministério Público do Estado. A ação da no STF, mas não envolve nada de corrupção, é apenas acusação da prática de motim”, disse.

Folha do Acre
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