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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Após ataques, mais de 40 celulares são apreendidos em presídio no Acre

Mais de 40 aparelhos celulares, além de facas e estoques, foram apreendidos nesta quinta-feira (18) no Pavilhão L do Presídio Francisco d'Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco. A revista foi uma das ações tomadas pela Secretaria de Segurança Pública do Acre (Sesp-AC) em resposta a onda de ataques criminosos que o estado tem sofrido.
Os atentados iniciaram após a morte de um assaltante durante troca de tiros com a PM, na terça-feira (16), conforme a Sesp-AC.
A operação no presídio envolveu agentes penitenciários e policiais militares.O pavilhão revistado, segundo a PM, pertence à Unidade de Regime Fechado I, conhecido por Chapão, onde ficam os presos sentenciados.
Plano tático
Para evitar mais ataques, o Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) elaborou o Plano Tático Operacional e mais de 300 agentes foram convocados para reforçar o policiamento.
As ondas de atentados iniciaram na madrugada de quarta-feira (17) em Rio Branco após Macio Pires Teles do Nascimento, de 18 anos, morrer em uma troca de tiros com a polícia no bairro Vila Acre. Nascimento teria feito uma família refém durante um assaltoe, ao tentar fugir, confrontou a Polícia Militar, que acabou revidando.
Inicialmente a polícia informou que o assaltante era menor de idade, mas depois o IML confirmou a identidade de Nascimento.
Após uma madrugada com ao menos nove ocorrência de ataques, entre eles a perda total do arquivo cultural do Parque Capitão Círiaco. Membros das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal (PRF), Exército, Corpo de Bombeiros, Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTras), além de representantes do Ministério Público do Acre (MP-AC) e do Judiciário participam da operação de reforço do policiamento.
Seis ônibus escolares e ao menos dois caminhões foram incendiados na madrugada desta quinta (18) em Senador Guiomard, distante 24 km de Rio Branco. Segundo a Polícia Civil, os ataques estão relacionados à onda de atentados ocorridos na capital acreana, quando incêndios e depredação de imóveis públicos foram registrados. O prefeito James Gomes acredita que oprejuízo é de quase R$ 1,5 milhão.
fonte  g1.globo.com

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