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sábado, 27 de maio de 2017

A oposição perde se sair com mais de duas candidaturas para o Senado

O decano da Assembléia Legislativa, deputado Chagas Romão (PMDB), é uma das vozes mais coerentes da oposição quando se trata de analisar a eleição de 2018. Ao longo da experiência de vários mandatos, Chaguinha, que é respeitado também pelos adversários políticos, mostra-se preocupado com a maneira como as discussões estão se desenvolvendo para a escolha dos candidatos a senador. E faz a previsão: “se a oposição sair com mais de duas candidaturas para o Senado, não tenho medo de errar que, o PT poderá eleger o Jorge Viana e o Ney Amorim. Já conversei e coloquei a minha idéia de que, mais de dois nomes para senador é suicídio da oposição”. Sobre o PMDB, a sua avaliação é que pelo porte do partido, este terá que estar na chapa majoritária, sendo com uma candidatura a senador ou na indicação do vice ao governo. Até aqui apenas o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB) manifestou a intenção de candidatar-se ao Senado. Junto com ele, mais quatro nomes de outros partidos da oposição. O difícil agora é fechar em somente dois nomes.

Posições firmes
Tenho várias dúvidas de que a oposição conseguirá ter apenas duas candidaturas ao Senado. Até aqui, Sérgio Petecão, Vagner Sales, Márcio Bittar, Major Rocha e Tião Bocalon não esboçaram qualquer gesto de que desistirão da disputa. Todos são caciques nos seus partidos.

Uma CPI muito ativa
Os deputados Gehlen Diniz (PP) e Eliane Sinhasique (PMDB) estão entre os parlamentares mais ativos da oposição na ALEAC. Isso é garantia que a “CPI da SEHAB” não será uma folha morta. Pelo que já sei, figuras que não foram ouvidas serão convocadas para depor na CPI.
Luis Carlos Moreira Jorge - 27/05/2017 08:07:08

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