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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Prefeita de Brasiléia não começou como porralouca

Clique para imprimir(abre em nova janelClique para enviar por email a um amigo(abre em nova janelA prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem (PT), dá mostras de que poderá fazer uma gestão profícua e austera. Não chegou nomeando os ocupantes de todos os cargos de confiança, pegou o dinheiro da repatriação e pagou pendências do INSS, FGTS e precatórios, ou seja, não iniciou como um gestora porralouca e perdulária. Se seguir neste batida e não transformar a prefeitura num curral eleitoral do PT, entupindo de apadrinhados com contratações provisórias, a Fernanda (foto) tem tudo para ser uma grata surpresa entre os prefeitos eleitos. Neste momento não interessa em nada a que partido a prefeita pertence, mas como levará o seu mandato e se cumprirá as promessas feitas durante a campanha, de dar outra cara e vida à abandonada cidade de Brasiléia. O povo quer mais gestão e menos política. Aliás, se tem uma coisa que está em baixa popular é a classe política. Os tempos são outros na gestão pública.

Luis Carlos Moreira Jorge - 09/01/2017 07:25:38

Um nome para disputar
Na eleição passada já foi o candidato mais votado para deputado estadual em Epitaciolândia. Se no próximo ano for candidato pelo PSDB, tiver uma estrutura para alargar a sua votação a outros municípios, o Delegado Sérgio Lopes se torna uma candidatura competitiva.

Duas decisões tomadas
O ex-prefeito Vagner Sales me disse que duas decisões estão sacramentadas para 2018: a candidatura da mulher Antonia Sales (PMDB) a deputada estadual e a reeleição da filha Jéssica Sales (PMDB) para a Câmara Federal. Para o Senado é assunto a decidir mais na frente.

O poder é efêmero
Quando vejo ocupantes do poder com arrogância, achando que tudo é eterno, na minha experiência contemplo e me divirto com o equívoco. Nada é mais efêmero do que um mandato, seja no Executivo ou Legislativo. Quando o poder se encerra, tem governante que não é mais convidado nem para assistir jogo de dominó. O Acre está cheio de exemplos.

Pendurado no recurso
O vereador Juruna (PSL) vai começar o mandato pendurado num recurso que impetrou contra a manutenção da sua condenação por nove anos de prisão. Se reverter a decisão seguirá tranqüilo, mas caso não consiga e se cumpra a sentença, sua situação ficará ruim na Câmara Municipal de Rio Branco. Enquanto não houver condenação definitiva não há como se falar na sua cassação.

Pontos importantes
Neste Plano Nacional de Segurança do governo federal dois pontos são fundamentais para retomar o controle dos presídios: instalar bloqueadores de celulares, porque corta as ordens dos bandidos que vêm das unidades prisionais e separar os presos primários dos periculosos.

Quanta valentia!
O que chama a atenção é a súbita valentia dos que comandam o Estado, em querer transferir ao presidente Temer, os males do sistema penitenciário estadual. Não ouvi essas vozes exaltadas nos oito anos do governo Lula e tampouco nos cinco do governo Dilma. Por que?.

Mais incisivo
O senador Gladson Cameli (PP) tem que se mais incisivo com o DNIT para colocar uma maior estrutura de máquinas na BR-364, afinal, a direção estadual do órgão foi uma indicação sua. A ação do DNIT na recuperação dos trechos críticos está devagar, quase que parando.

Implicitamente ligada
O DNIT fazer uma obra de vergonha na BR-364 nos próximos dois anos está implicitamente ligado ao fortalecimento da imagem do senador Gladson Cameli (PP), que pode usar como bandeira de campanha na sua possível candidatura ao governo no próximo ano. É óbvio!.

A cabeça está a prêmio
Existe uma enxurrada de críticas de aliados do prefeito de Senador Guiomard, André Maia (PSD), quanto a escolha do secretariado, que na avaliação dos descontentes está “muito petista”. Secretário tem que ser escolhido pela competência, a cabeça que estará a prêmio na avaliação do mandato e unicamente do prefeito. No popular: se colocar tranqueira, se lasca!

Observação pertinente
Uma figura que transita bem na corte petista fez uma observação no último fim de semana com um amigo, no mesmo tom que fiz na coluna; a de que, Marcus Alexandre (PT) trabalha para ser candidato ao governo, em 2018. Se não for ele, o PT entra jogando a toalha, avalia.

Aspecto a considerar
O prefeito Marcus Alexandre (PT) está virado direto desde a reeleição de olho em 2018, só um tonto não vê. Um aspecto a ressaltar: disputou a PMRB sem ter o que a oposição lhe criticar da sua gestão. Só que, candidato ao governo trará para o colo, o desgaste da gestão estadual.

Cria os filhos
No caso da disputa do governo, Marcus Alexandre (PT), não poderá fugir do axioma: quem casa com a viúva, cria os seus filhos. Terá que assumir, numa campanha, todos os desgastes do governo estadual petista, naturais para quem fechará com mais de dez anos no poder.

Nome mais falado
O nome mais falado para candidato a vice do senador Gladson Cameli (PP) se disputar o governo em 2018 é o do Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros, que é uma espécie de consultor da família Cameli, a quem é ligado desde a época do ex-governador Orleir Cameli.

Não abrirá mão
E saindo mesmo candidato ao governo no próximo ano, o senador Gladson Cameli (PP) não vai abrir mão de indicar o nome que quer como vice em sua chapa. Vice é cargo de afinidade com quem governa. Até para não dormir com o inimigo.

Pouco interessa os parentes
Essa questão da nomeação de parentes para ocupar cargos de secretários não é tão desgastante do que se não mostrarem durante o mandato que, são diferentes e melhores que os seus antecessores. Isso é que pode levar um prefeito do céu ao inferno, rapidamente.

Mais explícito não poderia ser
O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (PMDB), não poderia ser mais explícito do que foi ao colocar uma placa na entrada da secretaria municipal de Saúde: “não há vagas”. E neste ponto tem de ser incisivo, falar a verdade, porque não poderá praticar o empreguismo.

Coluna antiga
A última coluna publicada era antiga, peço desculpas aos leitores pelo equívoco.

Muito tranqüilo
A enxurrada de manifestações apartidárias na defesa do deputado Ney Amorim (PT), acusado falsamente de ligação com facções do crime, mostram o respeito à sua figura, que vai bem além dos muros do seu partido. Isso só reforça quem tem a consciência tranqüila.

Prazo de seis meses
Um ex- parlamentar com base em Sena Madureira diz que dá um prazo de 6 meses para o deputado Gehelen Diniz (PP) e a publicitária Charlene Lima, que será secretária municipal, apartarem a farinha política. “Dei um prazo esticado, acho que brigam antes disso”, ironiza.

Batelão de críticas
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) deve voltar do recesso parlamentar com um batelão de críticas e cobranças ao governo. É uma dedução lógica pela sua movimentação no Juruá.

Leuda areal
O ex-prefeito Nilson Areal, segundo seus amigos, não ficará de fora do processo político do próximo ano, e deverá lançar a mulher Leuda Areal, como candidata a deputada estadual.

O eleitor quer novidades
O ex-deputado Gilberto Diniz não tentará voltar para a Assembléia Legislativa na eleição de 2018, lançará sua mulher como candidata a deputada estadual. E justifica dizendo que, o eleitor está cansado de quem já teve mandato e quer votar em novidade.

Pelo menos se espera
Mais passiva que a legislatura passada em cobrar ações da prefeitura, a atual legislatura da Câmara Municipal de Rio Branco não poderá ser. O prefeito Marcus Alexandre (PT), por conta disso só teve oposição ferrenha à sua gestão quando a deputada Eliane Sinhasique (PMDB) era vereadora.

Primeiro da fila
Alguns tontos da oposição ainda sonham com o deputado federal Alan Rick (PRB) na chapa para a Câmara Federal. Tomaram uma cachaça vencida, só poder. Alan é um dos integrantes da primeira fila do gargarejo do governo estadual e do prefeito, acordem para a realidade.

Dura, muito dura, a crítica do Coronel Ulisses
O posicionamento do Coronel da PM, Ulisses Araújo, na rede social foi a mais dura crítica já manifestada contra as autoridades da área de Segurança Pública do governo estadual. Ele confirma os números alarmantes de 350 homicídios em 2016, o que chega ao patamar de 40 mortes por 100 mil habitantes, inaceitável. Aumento de 80% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes. Diz que nem o Iraque supera esses números. E faz um alerta preocupante de que, se os responsáveis pela Segurança continuarem dedicados só em rebater dados e números reais e não cortarem o mal da violência pela raiz, ele teme que, a guerra entre membros de facções também possa fazer os cidadãos de bem de vítimas. Cita São Paulo como exemplo de política bem sucedida na Segurança, com 9, 8 homicídios por 100 mil habitantes, abaixo do tolerado pela OMS. O desabafo não foi feito por qualquer Zé Mané, mas por um profissional dos mais experimentados na área de combate ao crime organizado, um Coronel da Polícia Militar da ativa, e por isso deve ser levada a sério a despertar preocupações no seio da sociedade. O Coronel Ulisses escancarou para a opinião pública um debate num ponto que é o calcanhar de Aquiles do setor da Segurança Pública do estado. Espaço aberto ao contraditório.

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